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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 12

“Anima-te por teres de suportar as injustiças; a verdadeira desgraça consiste em cometê-las.” Presenciar injustiças, aos nossos olhos, faz com que nos perguntemos: Por que isso foi acontecer justamente com ele/ela? Até hoje muitas das ocorrências não tem uma explicação simples e de fácil entendimento, mas Pitágoras na sua grandeza e iluminação, busca trazer a visão do copo meio cheio, aliado com a boa postura e conduta, com ordem, honra e retidão. Citar “anima-te por suportar as injustiças” foi uma maneira de fazer conexão com a nossa visão, ainda turva e rasa, a respeito da vida e convivência em sociedade.  Isso porque temos uma visão do que é a justiça, portanto também a injustiça. Assim, ver acontecer uma situação, uma injustiça que não nos atinge diretamente, na visão pitagórica é melhor (e por isso suportar) do que ser aquele que pratica o ato, “a desgraça em cometê-las”. Acredito então, que essa tenha sido uma maneira de Pitágoras ensinar também a respeito da empatia, o ato em se colocar no lugar do outro, um exemplo que mais tarde viria na frase de Jesus: “Amar ao próximo como a si mesmo”. Nessa mesma linha, posso dizer que é a lei da semeadura, portanto se plantar flores, colhe flores, mas se plantar espinhos, colhe espinhos. É fazer o bem sem olhar a quem. Prezado leitor, Este é o derradeiro post da sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego. Espero que tenham bem aproveitado o conteúdo, que na realidade representa o início de uma caminhada na descoberta da filosofia e outras artes. Grato a todos que puderam acompanhar essa série. Peço para que continuem acompanhando, pois em breve venho com novidades a respeito de pensamentos e filosofia oriental. Abraço Rodrigo

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Torii

Torii – Um Portal Transformador

Um torii é um portão tradicional japonês mais comumente encontrado na entrada ou dentro de um santuário xintoísta, onde simbolicamente marca a transição do mundano para o sagrado. Fonte: Wikipedia Não foi à toa que um dos símbolos escolhidos para este site é o Torii. Ao acessarmos o site estamos passando por um Torii e assim nos transportando para um mundo que traz sabedoria oriental. Estamos assim nos orientando e sendo orientados em nossas vontades e buscas, portanto em nosso querer. Estamos praticando e melhorando o autoconhecimento, aumentando a percepção de nossos próprios erros, então oportunidades para  melhorar, afinal como diz aquele famoso ditado: “Quando Pedro fala para mim a respeito de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo”. Corpo, Mente, Espírito Comportamento, Atitude, Caráter Riqueza, Fortuna, Prosperidade Hitotsu – gijutsu yori shinjitsu Primeiro – o espírito é mais importante que a técnica Niju Kun – Gichin Funakoshi Sensei O Torii da foto lá em cima é um presente que ganhei do meu irmão e Sensei Lauro Fernandes Junior. Foi quem me recebeu em seu dojo e sempre acreditou, que de alguma maneira eu poderia (e hoje ainda continuo podendo) vestir o kimono e mudar, transformar a minha vida. Para mim, o Sensei Lauro é um Torii, pois através dele pude conhecer e aprofundar os estudos nas artes marciais, primordiais e cuja prática até os dias atuais me faz muito bem, não somente pela saúde física, como também em outras áreas da minha vida, atendendo uma conjunção de fatores, liderados pelo meu querer. Hitotsu – karate wa yu no gotoshi taezu netsu o ataezareba moto no mizu ni kaeru Primeiro – o Karatê é como água quente, se não receber calor, esfria Niju Kun – Gichin Funakoshi Sensei O Torii é um símbolo presente na base da arte marcial japonesa e como tal, tem seu significado e importância. Ele representa o momento em que a transformação inicia, momento em que passamos por ele e começamos a receber novos conhecimentos e/ou ressignificações de conceitos que pensávamos conhecer. É a transformação, é a mudança que traz uma melhoria conhecida no Japão por Kaizen, tema para um outro post. E você, já começou, está ainda em busca ou já encontrou o seu Torii?? Conte pra mim nos comentários. OSS Rodrigo

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 11

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “A sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas os homens podem desejá-la ou amá-la tornando-se filósofos” Considerando os posts todos que lemos até o momento a respeito de Pitágoras, podemos entender que ele tem um diferencial no entendimento da vida. Sua ótica, suas observações sempre colocadas de maneira construtivas e fazendo uma referência a um ser Superior. No momento em que cita que a sabedoria plena e completa, quer dizer o entendimento de tudo que aqui existe, pertence aos deuses, ao meu ver ele quis fazer referência às áreas do conhecimento e suas origens. Nesse sentido explica que a origem do conhecimento não é dessa terra, portanto os homens, seres imperfeitos podem apenas “desejá-los ou amá-los”. Em se tratando de sentimento, ao homem no sentido de indivíduo, cabe caminhar em sentido de evolução, portanto deve aprender a amar. Para Pitágoras como se aprende a amar? Através da filosofia. É ela que traz um mundo de perguntas, de pensamentos e imaginações, sonhos e fantasias que podem se transformar em realidade, podem se realizar. É pela filosofia que se torna possível cientificar algumas áreas do conhecimento, como ele mesmo trouxe em seu próprio teorema. Uma observação com harmonia fez com que ele também trouxesse a identificação das notas musicais, tornando possível reconhecer as oitavas, abaixo e acima. Atualmente conhecemos alguns filósofos que bem expressam uma diversidade de pensamentos: Foucault, Sartre, Heidegger, Confúcio, Bergson, Schopenhauer, Clóvis de Barros, Nietzsche, Camus, Lao-Tsé, Sócrates, Platão, Mario Sergio Cortella, Aristóteles, Buda, Maquiavel, Spinoza, Zoroastro, Kant dentre muitos outros. Todos contribuem para que uma força faça movimento dentro de cada indivíduo, de cada um de nós. Para alguns essa força pode ser denominada como busca, para outros vontade e outros ainda, o querer. É importante, uma vez que se tenha a oportunidade, iniciar esse movimento, sair da inércia, do estado adormecido para o despertar, caminhar em direção do conhecimento porque uma vez iniciado é que se percebe que não se pode mais parar. Conhecimento não ocupa espaço, quanto mais se busca, mais vontade se tem em saber, maior o querer em evoluir. Grato Pitágoras!! Abraços Rodrigo

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 10

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “A vida é como uma sala de espetáculos: entra-se, vê-se e sai-se” Ao nascer adentramos um mundo material, lugar onde há vida. Esse lugar necessita de cuidados para que os seres vivos possam crescer e se desenvolver de maneira a cumprir a sua caminhada. Uma caminhada de ensinos e aprendizados que se transformam em praticados, que se transformam em experiência, essa que pode ser compartilhada com a finalidade de agregar e facilitar a caminhada de mais e mais pessoas. E assim a vida que segue… Um ambiente múltiplo, a presença de diversos idiomas e nacionalidades, algumas localidades com extremos de temperaturas, uma verdadeira escola onde é possível um aprendizado por observação, mas que também contém professores e alunos interagindo. Assim a história se constrói, assim se estuda a história. De tempos em tempos surgem personalidades, ícones, avatares, pessoas dotadas de uma sabedoria ímpar, única, peculiar cuja prática de vida é exemplo para gerações e gerações. São eles os principais responsáveis pelos “espetáculos” no grande teatro da vida, dos quais a grande massa entra, se acomoda nos assentos de preferência e assiste, uns com atenção dedicada, outros nem tanto, para depois voltar para a casa levando consigo o que foi aprendido. Tempo passa. “Novas” personalidades vem e vão deixando a sua marca, seu conhecimento na história. Alguns trazem a sensação de estarem continuando o trabalho de uma personalidade que esteve presente num passado não muito distante, outros trazem um novo olhar, uma nova abordagem em temas conhecidos. À medida que seguimos esse texto, alguns nomes passaram em nossa memória. Não foi por acaso que destaquei Pitágoras, o autor de um teorema que até hoje é estudado e aplicado em nossas vidas. Ou quem não se lembra da hipotenusa quando se passa em diagonal por uma calçada? Mas sua contribuição não foi apenas o teorema. Seus estudos trouxeram as notas musicais, os números e seus significados e alcances. Suas observações a respeito da vida até hoje ressoam e chegam até nós. Fisicamente pode se dizer que ele entrou no teatro, na sala de espetáculos, viu (aprendeu, ensinou, viveu) e saiu, mas enquanto seu nome for dito, ele estará presente auxiliando, contribuindo, agregando, crescendo o conhecimento por onde passar. De espetáculo em espetáculo, ora protagonista, ora coadjuvante, ora figurante. Assim penso que também deva ser conosco. Abraços, Rodrigo Sibut Vieira

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 9

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “A Evolução é a Lei da Vida, o Número é a Lei do Universo, a Unidade é a Lei de Deus” Pode se definir de maneira simples que lei é um princípio, um preceito, uma norma, uma regra que estabelece uma relação. Dessa forma, o princípio, onde se inicia é Deus, na unidade, Sua lei. Na sequência, a Sua criação, a continuação. Tudo que está contido no universo. No universo não há desordem e dentro disso, tudo que se movimenta, que cresce, que se expande de maneira constante pode ser contado, medido, graduado estabelecendo-se assim um padrão, uma norma, assim é a lei do Universo. Nada fica estático, nesse universo tudo se movimenta. Um movimento progressivo, de crescimento. O que é material vive a constante: nascer, crescer, se desenvolver e morrer. O que não é material, para Pitágoras é mental, é energia e o seu movimento é sua constante: surgir, expandir, ampliar, evoluir. Percebe-se então a sabedoria de Pitágoras que encontra e visualiza a relação entre Deus, Universo e Vida onde tudo o que existe tem seu papel, seu lugar, cumpre sua função, auxiliando de uma forma mútua para que a força do movimento aconteça, é a constante evolução em uma direção. Tudo dentro de uma unidade de tempo diferente dessa unidade da qual estamos acostumados a ver, a medir em nossos relógios, é o tempo de Deus. O tempo de Deus acontece sempre, portanto tudo se movimenta e evolui a seu tempo, na Sua Lei.   Abraços Rodrigo Sibut Vieira

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 8

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “A melhor maneira que o homem dispõe para se aperfeiçoar, é aproximar-se de Deus” Qual é um dos propósitos do homem na Terra? Evoluir. E para essa evolução acontecer há um grande trabalho a ser feito, que passa pelo seu próprio aperfeiçoamento em uma busca pela perfeição, podemos dizer assim. Mas o que ou quem é a perfeição? Para mim, não é uma coisa nem uma pessoa e sim a razão pela qual todos estamos aqui: Deus. Assim interpretaram seus discípulos, quando Pitágoras trouxe que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos: uma obra divina. É um dos momentos que o próprio diz ter recebido uma iluminação. Portanto os estudos feitos por Pitágoras e seus alunos são acompanhados pelo pensamento da recompensa, quando se busca o desenvolvimento, o crescimento, a evolução, o aperfeiçoamento. A possibilidade de conexão com Deus é estabelecida e mostra que, para aqueles que trabalham rumo ao progresso, atendem, obedecem a uma ordem. Na filosofia da arte marcial estão presentes os estados mentais, estados de espírito. São momentos que auxiliam ao seu praticante nos seus treinos, em competições e até em situações reais, quando necessário. São eles: Shoshin: Mente de principiante; Zanshin: Mente que permanece; Mushin: Não Mente; Fudoshin: Mente Imóvel; Senshin: Espírito Purificado; atitude iluminada; No caso, me interessa trazer a respeito de Senshin. É um estado mental em que é o espírito que transcende os primeiros quatro estados mentais. É um espírito que protege e se harmoniza com o universo, de compaixão que abraça e serve a toda a humanidade e cuja função é reconciliar e dissipar a discórdia no mundo. Ele considera que todos os tipos de vida são sagrados. É a mente de AMOR UNIVERSAL, o que nos mostra uma conexão com Deus. Sendo assim, uma das maneiras para caminhar rumo à evolução, em aperfeiçoamento, é a prática da arte marcial, pois por ela também é possível se aproximar de Deus. Para finalizar, acredito que valha a pena fazer algumas citações de fontes distintas, mas que são conectadas umas às outras: Jesus: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”; Dojo Kun: “Primeiro – Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão”; Pitágoras: “A melhor maneira que o homem dispõe para se aperfeiçoar, é aproximar-se de Deus”; Para você leitor, leitora, qual é a conexão entre elas? Conte pra mim nos comentários. Abraços Rodrigo Sibut Vieira

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Confúcio

Confúcio – “Estudo sem pensamento é trabalho perdido, pensamento sem estudo é perigoso.”

“Estudo sem pensamento é trabalho perdido, pensamento sem estudo é perigoso.” O que Confúcio quis dizer com estudo sem pensamento é trabalho perdido? Considerando-se que o querer é o principal motor, a sua ausência torna o esforço no estudo inútil, pois sem um norte, o estudo é mera informação e é facilmente esquecido, portanto perdido. E por que pensamento sem estudo é perigoso? Porque basta um pensamento para levar a pessoa por alguns caminhos que são sujeitos afastá-lo do real aprendizado. Nesse sentido Confúcio nos traz a ideia do sentido de estar alerta com o que se pensa, pois a fase seguinte é o sentimento que nasce desse pensamento e na sequencia vem a prática, logo percebe-se o resultado. Para se ter um propósito é preciso saber querer, o que exige então um estudo com base no pensamento deste querer. Pensamento é energia em movimento e o alerta que Confúcio traz em suas palavras, contextualizando para os dias atuais, está ligado com o que de real e verdadeiro estamos aprendendo em nossas vidas, no sentido da evolução. Nota-se a visão do pensador em trazer aos seus alunos o sentido da vida, a busca pela paz através do conhecimento. Confúcio (551- 479 a.C.) foi um filósofo chinês, cujas ideias serviram de norma de comportamento à sociedade chinesa durante mais de dois mil anos e exerceu grande influência sobre toda a cultura da Ásia Oriental. Leia mais a seu respeito aqui. Abraços Rodrigo

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Confúcio

CONFÚCIO – Mais que um pensador

Confúcio é um dos pensadores que vem auxiliar com o seu conhecimento, na produção de alguns textos, aqui no site. Junta-se a Lao-Tsé e Pitágoras, neste momento, acompanhando a caminhada de crescimento e evolução. Boa leitura! Confúcio nasceu em 551 a.C. na cidade de Tsou (atual cidade de Qufu), no estado de Lu (atual província chinesa de Shandong). Ele exerceu diversas profissões ao longo de sua vida, como pastor de animais e bibliotecário. Viajou por diversos reinos chineses e, ao longo da vida, foi formulando ideias sobre como deveriam se comportar as pessoas para que houvesse harmonia em suas vidas e na sociedade. Procurou aconselhar os governantes dos diversos reinos chineses. Reuniu cinco livros clássicos do pensamento chinês (Documentos ou Shu ching, Ritos ou Li ching, Versos ou Shih ching, Mutações ou I ching e Anais da primavera e outono ou Chun-chiu) e os oficializou como material de estudo de seus discípulos. Esses discípulos continuaram difundindo as ideias de Confúcio após a morte deste em 479 a.C. Após a morte de Confúcio, seus seguidores reuniram os pensamentos do seu mestre no Lún Yu, título que costuma ser traduzido como “Analectos” ou “Diálogos”. O mais famoso dos seguidores de Confúcio foi Mêncio, que nasceu em 370 a.C. Assim como Confúcio, Mêncio viajou pela China procurando orientar os governantes sobre a melhor maneira de governar. As suas conversas com os reis chineses ficaram registradas no livro que levou seu nome e que se tornou um dos quatro livros introdutórios ao pensamento confuciano, junto com os Analectos, O grande aprendizado e A doutrina do significado (ou A doutrina do meio). No século III a.C., com o advento da dinastia Han, o Confucionismo tornou-se a religião oficial do governo, sendo matéria básica para a formação e a seleção dos funcionários públicos, os chamados mandarins. Através da influência da cultura chinesa no leste asiático, a ideologia confucionista se espalhou pelos países da região, como o Japão, a Coreia e o Vietnã. No século XII, o filósofo Zhu Xi comentou os quatro livros confucianos e se tornou o principal nome da escola neoconfucionista. Em 1912, com a proclamação da República da China por Sun-Yat-Sen, o país abandonou a doutrina confucionista como religião oficial do estado chinês. Durante a Revolução Cultural Chinesa (1966-1976), na República Popular da China, o Confucionismo foi atacado pelo governo comunista chinês como um elemento cultural ultrapassado e contrário à ideologia comunista. Na época, o líder chinês Mao-Tsé-Tung chegou a profanar o túmulo de Confúcio em Qufu. Após a morte de Mao, em 1976, porém, o Confucionismo começou a ser reabilitado na China como um importante patrimônio cultural do país. Fontes: E-Biografia História – Confucionismo Fraterno abraço, Rodrigo

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 7

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “Todas as coisas são números” Pitágoras desde antes de seu nascimento trazia mistérios e que até hoje são estudados, como por exemplo, a Numerologia. Meu nobre amigo André, escreveu em seu post a respeito disso, o seguinte: “Mnêsarco, pai de Pitágoras, foi visitar o oráculo de Pítias, antecessor do oráculo de Delfos, a fim de saber qual os desígnios de seu filho, que ainda estava no ventre de sua mãe. O oráculo olhando para o casal disse que o filho deles iria ser um semi-deus. Um homem que seria divino e humano e que marcaria o rumo da vida na terra.” Mas de que forma isso aconteceria? André então cita: “Na matemática, o teorema de Pitágoras é uma relação entre os comprimentos dos lados de qualquer triângulo retângulo (…) Entendendo de um jeito misterioso que o cerne do Teorema de Pitágoras é a síntese do Pai Criador e da Mãe Natureza para a geração dos filhos.” Dito isso, para Pitágoras a relação numérica com a vida na Terra é direta, em todos os sentidos. Cada letra, um número. Uma palavra, uma operação matemática, um texto, uma equação. E assim segue: livros, partituras musicais, pinturas, esculturas, construções, uma infinidade de coisas na natureza, os números naturais. Interessante observar que em sua grande maioria, as coisas são produtos de um trabalho, o exercício da arte que o homem traz consigo na forma de dom e dele faz seu próprio uso, mostrando para a humanidade sua missão. Para aquele que fala a verdade do Sol, a filosofia veio em forma de talento, não apenas como um dom, sendo destacados os números. Na música foi o responsável por trazer as escalas tonais, algumas conhecidas como oitavas. Alguns milênios depois, os instrumentos também foram construídos com base nesse desenvolvimento, dando origem ao piano, ao violino e outros que atualmente são conhecidos. Podemos entender que música é então uma matemática pela ligação direta com os números. Outra constatação da visão de Pitágoras é o triângulo, posto em uma de suas formas clássicas, o triângulo retângulo e o seu pensamento, nomeado como Teorema de Pitágoras. Graças à essa percepção o mundo não é mais o mesmo. Novos pensamentos, novas teorias, novas profissões, todos ligados aos números em sua essência. Só Pitágoras para enxergar além do mundo material e perceber o alcance disso. Assim a sua escola traz o estudo dos números, também conhecido como numerologia pitagórica e, a exemplo das notas musicais que complementam nas oitavas (escalas de 7 notas), nesse caso a escala segue entre 1 e 9. Um exemplo que posso trazer é o tema que tratamos em nossa primeira live, a respeito da ótica pitagórica para o ano de 2023. Estes algarismos do ano somados resultam no número 7, propositalmente ou não, mesmo número deste post. Quer saber mais? Converse com meu amigo e parceiro do site, André (perfil Instagram @andreastrologia ). Sigamos aprendendo. Um abraço Rodrigo Sibut Vieira

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Teorema de Pitágoras

Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 6

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “Com ordem e com tempo encontra-se o segredo de fazer tudo e tudo fazer bem” É admirável constatar a sabedoria de Pitágoras, que mostra com poucas palavras como é a vida por aqui. Ordem e Tempo são duas palavras chave para o andamento da vida. Ordem é a demonstração da obediência e de que tudo tem um momento, o tempo certo para acontecer. E o retorno, o que vemos é o reflexo, tudo fazer bem. Tudo no Universo ocupa seu lugar, tudo tem um lugar, inclusive o tempo. É assim na natureza, é assim com os homens… Tempo de iluminar com Sol. Tempo de clarear com a Lua. Tempo de chover. Tempo de secar. Tempo de preparar a terra, de arar. Tempo de adubar e plantar. Tempo de cultivar, regar. Tempo de acompanhar o crescer. Tempo de colher, de recolher. Tempo de movimentar. Tempo de nascer. Tempo de morrer. Tempo de renascer. Compreender a ordem é confirmar a superioridade na obediência, é a sabedoria e o progresso em curso. Fazer tudo e tudo fazer bem é um caminho de evolução, de paz. De fazer a paz. Um abraço, Rodrigo Sibut Vieira

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