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Deixe suas ações se alinharem com suas palavras

“Deixe suas ações se alinharem com suas palavras” – Epíteto

“Deixe suas ações se alinharem com suas palavras” – Epíteto   A palavra filosófica atravessou o tempo seguindo sua simplicidade, mostrando de maneira clara para a humanidade uma área que não pode ser esquecida, nem desconsiderada, dado o fato que ela é uma das principais causas, para que o aprendizado em qualquer tema, aconteça. Nesse sentido, para que a caminhada em qualquer área de conhecimento seja de crescimento, de ganho em conhecimento, é preciso colocar em prática o que se aprende, a começar pela palavra. Epíteto diz que para o homem ter validade, mais segurança e veracidade em suas palavras, é preciso que ela seja acompanhada pela sua própria prática, quer dizer, o que hoje conhecemos através de algumas expressões, tais como: “fio do bigode”, “falou tá falado”, “palavra de honra” é uma demonstração de integridade. Integridade é sinônimo de coerência entre o que se pensa, o que se diz e o que se faz. Pessoas íntegras inspiram confiança, facilitam a construção de relacionamentos duradouros, seja no âmbito pessoal e/ou profissional, quer dizer, acabam por se traduzir em honestidade e confiabilidade. Agir com integridade é ter paz interior, é reforçar a autoestima posto que reforça o senso de valor próprio, portanto, a dignidade. É ser uma inspiração de liderança. Lideres assim demonstram em sua vida prática o cumprimento de sua palavra, demonstram que honram aquilo que dizem, logo, deixam um legado positivo para seus seguidores. #sabedoriaoriental #autoconhecimento #coerencia #integridade #crescimento #evolução

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É impossível para um homem aprender aquilo que ele pensa que já sabe

“É impossível para um homem aprender aquilo que ele pensa que já sabe”

“É impossível para um homem aprender aquilo que ele pensa que já sabe” Epicteto _ Para Epicteto, Sócrates era o exemplo máximo do sábio, a pessoa que vive de acordo com a razão e a virtude. Ele o via como um modelo de conduta, liberdade e autocontrole, especialmente na adversidade (como em seu julgamento e condenação). Tinha então em Sócrates um modelo de conduta moral. Sócrates é considerado o fundador da filosofia moral (ética), por ter desviado o foco da filosofia das questões cosmológicas (próprias dos pré-socráticos) para as questões humanas: como viver bem, o que é a virtude e o que é a justiça. Epicteto herda e aprofunda essa ênfase, concentrando toda a sua filosofia na moral (ética) e no que está “em nosso encargo” (a capacidade de escolha, os juízos, as ações). Sócrates tinha a filosofia como prática, não apenas teoria, visto que não escreveu nada, ou seja, transmitia de modo simples (boca – ouvido); sua filosofia era uma prática de vida, exercida no diálogo (dialogoi) e no interpelar os cidadãos. “É provável, portanto, que eu seja mais sábio do que ele nesta pequena coisa: na de que aquilo que não sei, tampouco suponho saber.” – Platão – Apologia de Sócrates Epicteto, embora suas obras tenham sido transcritas por seu aluno Arriano, também defendia que a filosofia é primariamente uma prática, um modo de vida (áskesis), e não apenas teoria ou especulação. Ele adverte: “Lembra que Sócrates em toda parte punha de lado as demonstrações” e que não se deve “discorrer sobre como se deve comer, mas coma como se deve”. Pensar, ou ainda, achar que sabe alguma coisa é praticamente o mesmo que não assumir que não sabe. Por orgulho. Reconhecer que não sabe alguma coisa é um ato, um exercício de humildade. Sempre há lugar, espaço para aprender. Somos eternos aprendizes por natureza. Aprender é uma busca que deve ser incessante, o fato de se colocar, portanto também estar nessa posição, sentir que é um aprendiz, uma constante. Para iniciar essa caminhada, convido-os a examinar a frase encontrada na entrada do templo de Apolo, em Delfos – “Nosce Te Ipsum“, traduzida do grego para “Conhece-te a Ti Mesmo“. #sabedoriaoriental #autoconhecimento #filosofia #crescimento

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Modus Operandi Fé Paciência Obediência

Modus Operandi de Jó

Modus Operandi de Jó Modus operandi é uma expressão em latim que significa “modo de operação”, na tradução literal para a língua portuguesa. Esta expressão determina a maneira que determinada pessoa utiliza para trabalhar ou agir, ou seja, as suas rotinas e os seus processos de realização. O modus operandi é bastante utilizado para caracterizar o perfil das empresas. Falar do modus operandi de uma instituição, por exemplo, significa designar a maneira como esta realiza as suas funções. Todos os seres vivos, em particular o ser humano, têm seu próprio modus operandi, porém em diferentes graus: alguns mais organizados e metódicos do que outros, por exemplo. Paciência de Jó Há um tempo que venho acompanhando, refletindo e examinando a conveniência. Ela aparece em todos os níveis da sociedade, quer dizer existem diversos exemplos de conveniência. Algumas características do ser humano como a fé, a lealdade, o respeito, a obediência mostram o modus operandi de cada um. Examinando uma relação da conveniência e o modus operandi, lembrei de Jó. Este ser que habitou na Terra e que sempre é lembrado quando dizemos, por exemplo que certa pessoa tem a “paciência de Jó”. Mas o que é ter a paciência de Jó? Para responder essa pergunta, de forma empática busquei me colocar no lugar dele e fiz a seguinte pergunta: Como é ser Jó? As escrituras sagradas trazem alguns exemplos: uma pessoa considerada rica, de posses, com uma família boa. Ele era temente a Deus, portanto obediente, dono de uma fé inabalável, praticamente na convicção de que tudo o que acontece, tudo, tem uma explicação e um ensinamento cuja origem é Deus. Segui examinando, agora a compreensão de Jó. E na história de sua vida que se conta, mostra que ele é um ser obediente com as coisas de Deus, um aprendizado que mostra a paciência. Está na história! Jó perdeu seus rebanhos, suas posses, sua família, sua casa, foi acometido por uma doença, mas em todo momento esteve são em seus pensamentos e sentimentos, com a certeza de que se passava por tudo isso, era porque Deus tinha uma causa, tinha uma razão, um plano. “Deus sabe o que faz” Jó Em nenhum momento ele mostrou indignação, chateação ou seque ficou desanimado perante o que passava. Ele jamais se esqueceu de Deus, do contrário, quando perguntado se continuava a acreditar em Deus, também por conta de sua doença já em estágio avançado, ele não hesitou e reforçou que, se passava por tal situação era porque assim Deus quisera. Tempo depois, tendo cumprido essa árdua missão ele se recuperou, constituiu nova família e conquistou o dobro de suas posses. Um divino merecimento. Jó não buscou um culpado pelos problemas que lhe atingiram, não se fez de vítima, não reclamou. Ele fez o aquilo que eu vejo ser o certo: aguardou aquilo tudo passar. E por isso é lembrado. Paciência com as coisas de Deus. Pela paciência com que via as coisas acontecer, demonstrava sua obediência a Deus, e também por isso teve seu merecimento. Então, concluo que tenho que para melhorar minha condição atual, tenho que buscar praticar o modus operandi de Jó. Ser paciente com as coisas da minha vida, com aquelas que de algum modo me atingem, mas que estão dentro da sabedoria divina, para então ser mais obediente a Deus, aumentando minha fé, chegando na convicção. Fé. Paciência. Obediência. Convicção. Retidão. Deus. Abraços Rodrigo Sibut Vieira

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 9

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “A Evolução é a Lei da Vida, o Número é a Lei do Universo, a Unidade é a Lei de Deus” Pode se definir de maneira simples que lei é um princípio, um preceito, uma norma, uma regra que estabelece uma relação. Dessa forma, o princípio, onde se inicia é Deus, na unidade, Sua lei. Na sequência, a Sua criação, a continuação. Tudo que está contido no universo. No universo não há desordem e dentro disso, tudo que se movimenta, que cresce, que se expande de maneira constante pode ser contado, medido, graduado estabelecendo-se assim um padrão, uma norma, assim é a lei do Universo. Nada fica estático, nesse universo tudo se movimenta. Um movimento progressivo, de crescimento. O que é material vive a constante: nascer, crescer, se desenvolver e morrer. O que não é material, para Pitágoras é mental, é energia e o seu movimento é sua constante: surgir, expandir, ampliar, evoluir. Percebe-se então a sabedoria de Pitágoras que encontra e visualiza a relação entre Deus, Universo e Vida onde tudo o que existe tem seu papel, seu lugar, cumpre sua função, auxiliando de uma forma mútua para que a força do movimento aconteça, é a constante evolução em uma direção. Tudo dentro de uma unidade de tempo diferente dessa unidade da qual estamos acostumados a ver, a medir em nossos relógios, é o tempo de Deus. O tempo de Deus acontece sempre, portanto tudo se movimenta e evolui a seu tempo, na Sua Lei.   Abraços Rodrigo Sibut Vieira

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 8

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “A melhor maneira que o homem dispõe para se aperfeiçoar, é aproximar-se de Deus” Qual é um dos propósitos do homem na Terra? Evoluir. E para essa evolução acontecer há um grande trabalho a ser feito, que passa pelo seu próprio aperfeiçoamento em uma busca pela perfeição, podemos dizer assim. Mas o que ou quem é a perfeição? Para mim, não é uma coisa nem uma pessoa e sim a razão pela qual todos estamos aqui: Deus. Assim interpretaram seus discípulos, quando Pitágoras trouxe que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos: uma obra divina. É um dos momentos que o próprio diz ter recebido uma iluminação. Portanto os estudos feitos por Pitágoras e seus alunos são acompanhados pelo pensamento da recompensa, quando se busca o desenvolvimento, o crescimento, a evolução, o aperfeiçoamento. A possibilidade de conexão com Deus é estabelecida e mostra que, para aqueles que trabalham rumo ao progresso, atendem, obedecem a uma ordem. Na filosofia da arte marcial estão presentes os estados mentais, estados de espírito. São momentos que auxiliam ao seu praticante nos seus treinos, em competições e até em situações reais, quando necessário. São eles: Shoshin: Mente de principiante; Zanshin: Mente que permanece; Mushin: Não Mente; Fudoshin: Mente Imóvel; Senshin: Espírito Purificado; atitude iluminada; No caso, me interessa trazer a respeito de Senshin. É um estado mental em que é o espírito que transcende os primeiros quatro estados mentais. É um espírito que protege e se harmoniza com o universo, de compaixão que abraça e serve a toda a humanidade e cuja função é reconciliar e dissipar a discórdia no mundo. Ele considera que todos os tipos de vida são sagrados. É a mente de AMOR UNIVERSAL, o que nos mostra uma conexão com Deus. Sendo assim, uma das maneiras para caminhar rumo à evolução, em aperfeiçoamento, é a prática da arte marcial, pois por ela também é possível se aproximar de Deus. Para finalizar, acredito que valha a pena fazer algumas citações de fontes distintas, mas que são conectadas umas às outras: Jesus: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”; Dojo Kun: “Primeiro – Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão”; Pitágoras: “A melhor maneira que o homem dispõe para se aperfeiçoar, é aproximar-se de Deus”; Para você leitor, leitora, qual é a conexão entre elas? Conte pra mim nos comentários. Abraços Rodrigo Sibut Vieira

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Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 7

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “Todas as coisas são números” Pitágoras desde antes de seu nascimento trazia mistérios e que até hoje são estudados, como por exemplo, a Numerologia. Meu nobre amigo André, escreveu em seu post a respeito disso, o seguinte: “Mnêsarco, pai de Pitágoras, foi visitar o oráculo de Pítias, antecessor do oráculo de Delfos, a fim de saber qual os desígnios de seu filho, que ainda estava no ventre de sua mãe. O oráculo olhando para o casal disse que o filho deles iria ser um semi-deus. Um homem que seria divino e humano e que marcaria o rumo da vida na terra.” Mas de que forma isso aconteceria? André então cita: “Na matemática, o teorema de Pitágoras é uma relação entre os comprimentos dos lados de qualquer triângulo retângulo (…) Entendendo de um jeito misterioso que o cerne do Teorema de Pitágoras é a síntese do Pai Criador e da Mãe Natureza para a geração dos filhos.” Dito isso, para Pitágoras a relação numérica com a vida na Terra é direta, em todos os sentidos. Cada letra, um número. Uma palavra, uma operação matemática, um texto, uma equação. E assim segue: livros, partituras musicais, pinturas, esculturas, construções, uma infinidade de coisas na natureza, os números naturais. Interessante observar que em sua grande maioria, as coisas são produtos de um trabalho, o exercício da arte que o homem traz consigo na forma de dom e dele faz seu próprio uso, mostrando para a humanidade sua missão. Para aquele que fala a verdade do Sol, a filosofia veio em forma de talento, não apenas como um dom, sendo destacados os números. Na música foi o responsável por trazer as escalas tonais, algumas conhecidas como oitavas. Alguns milênios depois, os instrumentos também foram construídos com base nesse desenvolvimento, dando origem ao piano, ao violino e outros que atualmente são conhecidos. Podemos entender que música é então uma matemática pela ligação direta com os números. Outra constatação da visão de Pitágoras é o triângulo, posto em uma de suas formas clássicas, o triângulo retângulo e o seu pensamento, nomeado como Teorema de Pitágoras. Graças à essa percepção o mundo não é mais o mesmo. Novos pensamentos, novas teorias, novas profissões, todos ligados aos números em sua essência. Só Pitágoras para enxergar além do mundo material e perceber o alcance disso. Assim a sua escola traz o estudo dos números, também conhecido como numerologia pitagórica e, a exemplo das notas musicais que complementam nas oitavas (escalas de 7 notas), nesse caso a escala segue entre 1 e 9. Um exemplo que posso trazer é o tema que tratamos em nossa primeira live, a respeito da ótica pitagórica para o ano de 2023. Estes algarismos do ano somados resultam no número 7, propositalmente ou não, mesmo número deste post. Quer saber mais? Converse com meu amigo e parceiro do site, André (perfil Instagram @andreastrologia ). Sigamos aprendendo. Um abraço Rodrigo Sibut Vieira

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Teorema de Pitágoras

Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 6

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “Com ordem e com tempo encontra-se o segredo de fazer tudo e tudo fazer bem” É admirável constatar a sabedoria de Pitágoras, que mostra com poucas palavras como é a vida por aqui. Ordem e Tempo são duas palavras chave para o andamento da vida. Ordem é a demonstração da obediência e de que tudo tem um momento, o tempo certo para acontecer. E o retorno, o que vemos é o reflexo, tudo fazer bem. Tudo no Universo ocupa seu lugar, tudo tem um lugar, inclusive o tempo. É assim na natureza, é assim com os homens… Tempo de iluminar com Sol. Tempo de clarear com a Lua. Tempo de chover. Tempo de secar. Tempo de preparar a terra, de arar. Tempo de adubar e plantar. Tempo de cultivar, regar. Tempo de acompanhar o crescer. Tempo de colher, de recolher. Tempo de movimentar. Tempo de nascer. Tempo de morrer. Tempo de renascer. Compreender a ordem é confirmar a superioridade na obediência, é a sabedoria e o progresso em curso. Fazer tudo e tudo fazer bem é um caminho de evolução, de paz. De fazer a paz. Um abraço, Rodrigo Sibut Vieira

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Teorema de Pitágoras

Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 5

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “Ajuda teus semelhantes a levantar a carga, mas não a carregues” Um aspecto bem observado por Pitágoras na convivência em sociedade são as contribuições que cada indivíduo traz, para que o cooperativismo e companheirismo sejam melhor vistos e até praticados. Nesse sentido, uma sociedade em que cada um sabe o seu papel, fica melhor organizada, com mais facilidade em compreender as dificuldades e trabalhos que surjam pelas necessidades. A atitude de auxiliar o semelhante é uma característica inerente ao ser humano, sendo que muitos ainda vão além em suas contribuições. E é nesse ponto que Pitágoras chama a atenção, pois para alguns de nós, o ato de auxiliar faz com que o sentimento de responsabilidade se estenda além dos próprios limites, o que acaba por trazer algumas consequências não tão boas, afinal, responsabilidades também tem limites, tendo no compromisso e na pontualidade apoio fundamental para o estabelecimento desses limites. Portanto, auxiliar o próximo quando ele estiver num momento da vida passando por dificuldades é uma boa atitude. O importante é não fazer, nem deixar com que a dificuldade do próximo se torne a sua também, porque cada um tem o seu próprio plantio, portanto, sua própria colheita. Saber dizer sim, quando é para dizer sim e saber dizer não, quando é para dizer não. Isso demanda exercício de companheirismo e amizade. Facilita. Um abraço. Rodrigo Sibut Vieira

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Teorema de Pitágoras

Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 4

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “O que fala semeia; o que escuta recolhe.” Novamente Pitágoras traz a responsabilidade para o indivíduo, trazendo também o pensamento para uma boa convivência em sociedade, em especial quando esclarece a respeito do poder da palavra falada. A pessoa que fala também escuta, quer dizer, ela planta, ela colhe, ela recolhe. Minha mãe, fonoaudióloga, dizia que a fala é a realização, a concretização do pensamento, portanto, nenhuma fala acontece sem que antes a palavra passe pelo pensamento. Algumas vezes ouvimos, ou ainda dizemos que “falamos sem pensar”, quando a realidade é que falamos sem prestar atenção nas palavras que estão sendo ditas. Então o importante em tudo isso é mudar a postura, buscar estar atento aos pensamentos, às palavras que por ele passam, ao que se fala e também ao que se escuta. Tal postura é conhecida no âmbito da arte marcial como Zanshin que significa algo como “a mente sem os atrapalhos”, a mente plenamente focada na tarefa, sem restos de outros pensamentos esfumaçando a nossa atenção. Zanshin significa também “mente contínua” e se refere a um estado de constante atenção mostrando assim que é uma postura necessária em nosso dia a dia, seja no trabalho, nos estudos, nos cuidados com a casa, com a família, com os filhos. Uma mente que baixa a guarda e se dispersa facilmente dá brecha para a insegurança e a baixa produtividade, por isso estar em Zanshin é também estar preparado em uma situação de risco real. Em outro âmbito, agora no religioso essa postura é conhecido por “vigiai e orai”. Vigiar é estar em guarda, estar atento, sempre alerta, portanto, vigilância e cautela espiritual. Orar é falar com Deus, é agradecer, é pedir a quem tem para dar. Orar é falar também, afinal costumamos dizer que uma pessoa que sabe se expressar em sua fala, tem boa oratória, não é? Assim, como se diz na sabedoria popular, palavra falada é igual flecha atirada, ou prego que marca a madeira, a lição que Pitágoras nos traz então é para que tenhamos a devida atenção com o que falamos, tanto para nós mesmos como para os outros, pois somos responsáveis diretos por isso. Um abraço, Rodrigo

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Teorema de Pitágoras

Pensamentos atribuídos a Pitágoras – parte 3

Prezado leitor, Seguimos dando sequência aos posts relacionados a alguns pensamentos que foram atribuídos a Pitágoras, filósofo e matemático grego, bem como examinando-os. “Pensem o que quiserem de ti; faz aquilo que te parece justo.” Pitágoras aborda um dos mais importantes valores para o ser humano, a responsabilidade, de algumas maneiras. Uma delas nesse pensamento, onde demonstra e aponta para o indivíduo tomar uma decisão dentro do que lhe parece justo, independente do que os outros vão dizer, pensar, comentar ou até reconhecer tais ações. Quando Pitágoras diz: “faz aquilo que te parece justo”, instiga o indivíduo a pensar em sua própria vida, pois como que de maneira quase que automática, surge a pergunta: O que me é mais parecido com o justo? Demonstrar iniciativa, estar à frente de alguns trabalhos, chamar para si a responsabilidade de fazer e entregar o seu melhor é um bom exemplo da responsabilidade na prática, evidenciando o justo, ou seja, aquilo que não sobra nem falta, não é menos nem mais e está ligado com o certo, portanto, longe do errado. Então o que podemos entender é que há um sentido de retidão e de evolução nos ensinos e pensamentos de Pitágoras, pois aquele que sabe o que faz, não precisa se preocupar com a opinião alheia. Adiciono uma frase do filósofo, professor e palestrante Mario Sergio Cortella: “Faça o seu melhor, na condição que você tem, enquanto não tem condições melhores para fazer melhor ainda.” Um abraço, Rodrigo

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